Que eu não tente convencer ninguém a pedir desculpas. Que eu possa me desculpar antes do ódio. Que eu não exija demais dos outros. Que eu possa devolver os livros que tomei emprestado. Que eu não peça a devolução dos livros que emprestei. Que a poesia não fique na estante mais escondida das livrarias. QUE EU ME LEMBRE DE SER FELIZ ENQUANTO AINDA ESTOU VIVO.
[...] Se todo mundo fosse como eu, eu não precisaria odiar os outros.
Quem sou eu
- Virgínia :)
- Amante das palavras e daqueles que sabem fazer bom uso delas. Gosto de quem entende o que eu digo. De quem escuta o que eu penso. Dos meus discos. Dos meus livros. Da minha solidãozinha. Dos meus blues. De homem que sabe ser homem. De noites em claro e dias em branco. (...) Eu canto em português errado. Acho que o imperfeito não participa do passado. Troco as pessoas, troco os pronomes. Preciso de oxigênio, preciso ter amigos, preciso ter dinheiro, preciso de carinho. Acho que te amava, agora acho que te odeio. São tudo pequenas coisas e tudo deve passar.