[...] Se todo mundo fosse como eu, eu não precisaria odiar os outros.
Quem sou eu
- Virgínia :)
- Amante das palavras e daqueles que sabem fazer bom uso delas. Gosto de quem entende o que eu digo. De quem escuta o que eu penso. Dos meus discos. Dos meus livros. Da minha solidãozinha. Dos meus blues. De homem que sabe ser homem. De noites em claro e dias em branco. (...) Eu canto em português errado. Acho que o imperfeito não participa do passado. Troco as pessoas, troco os pronomes. Preciso de oxigênio, preciso ter amigos, preciso ter dinheiro, preciso de carinho. Acho que te amava, agora acho que te odeio. São tudo pequenas coisas e tudo deve passar.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
domingo, 11 de setembro de 2011
Eu não sou legal, não mesmo. Acho que sempre tenho razão e quando minhas previsões dão certo olho com a cara mais abominável do mundo, dou um sorriso irônico e falo o clássico eu-te-avisei. É que, em geral, eu tenho razão. Essa é a primeira –e mais importante – coisa que você precisa aprender a meu respeito. (...) Não sei receber elogios, fico sem saber o que fazer, me atrapalho e acabo trocando de assunto – quando não troco as pernas e tropeço em algum canto de mim. Sorrio para disfarçar desconfortos. Se eu não gosto de você é bem provável que você tenha medo do meu olhar. E eu posso simplesmente não gostar de você de graça. Se eu gostar de você aviso de antemão que você é uma pessoa de sorte. Eu me entrego. Quem vive comigo sabe. Quem convive comigo sente. Eu amo poucos. Mas esses poucos, pode apostar, amo muito.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Eu acho que AMOR é a única religião que o mundo anda precisando. Eu tenho visto tanta gente que levanta as mãos pra ‘louvar’ e não estende as mesmas mãos pra levantar alguém que precisa de ajuda. Tanta gente que aponta o dedo pra julgar, mas não abre os braços pra acolher. Tanta gente que pede perdão a Deus, mas não perdoa os outros.
Desculpa, mas não sou tapa buraco, não sirvo como remédio anti-carência. Se você quiser me ligar porque sentiu saudades, sabe meu número. Mas não me invente de ligar porque está se sentindo só, não me use como adorno, engula seu medo da solidão. O que eu quero é amor, se você tem algum genérico disso dê para outra pessoa, eu não preciso de alguém que me faça de segunda opção, de plano b, de última alternativa.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
A verdade é que quando você volta, eu mando você ir embora de novo. E quando você vai embora, eu quero que você volte mais uma vez. É que quando você volta, eu me lembro que as coisas nunca vão ser do jeito que eu queria, e aí eu tenho certeza que se for assim eu fico melhor sozinha. E quando você vai embora de novo, eu me lembro que eu prefiro te ter pelo menos por perto do que não te ter de qualquer jeito.
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