Quem sou eu

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Amante das palavras e daqueles que sabem fazer bom uso delas. Gosto de quem entende o que eu digo. De quem escuta o que eu penso. Dos meus discos. Dos meus livros. Da minha solidãozinha. Dos meus blues. De homem que sabe ser homem. De noites em claro e dias em branco. (...) Eu canto em português errado. Acho que o imperfeito não participa do passado. Troco as pessoas, troco os pronomes. Preciso de oxigênio, preciso ter amigos, preciso ter dinheiro, preciso de carinho. Acho que te amava, agora acho que te odeio. São tudo pequenas coisas e tudo deve passar.

quinta-feira, 1 de março de 2012


E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público,
encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para
esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que
nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o
amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas
idiotas nos fazem chorar dentro do carro.